Agora
Mata Atlântica
Nos municípios da rota, a cobertura nativa vai de 31% a 80%.
Ver os 5 municípios, na ordem do caminho
- São Paulo31%
- São Bernardo do Campo70%
- São Vicente74%
- Cubatão68%
- Santos80%
- floresta
- outra cobertura nativa
- uso humano
MapBiomas 2025 · município inteiro
Decisão rápida
Traçado próprio, parcial
Piso
- asfalto: cerca de 56%
- ciclovia ou ciclofaixa: cerca de 22%
- terra ou cascalho: cerca de 10%
- rua sem o piso marcado no mapa: cerca de 9%
- balsa: cerca de 2%
- calçamento ou trilha: cerca de 1%
Horas no dia
- De bike: Puxada, cerca de 6 h 40 de pedal no dia.
- Faixas: Leve até 3 h, Média 3 a 5 h, Puxada 5 a 7 h, Extrema mais de 7 h.
De bike: 87 km em 1 dia, a 13 km/h.
Classificação da rota: intermediária — site da rota, consultado em 25 de outubro de 2026 ⓘ
Fontes e método
87 km e 5 a 7 h: site da rota, consulta em 25 de outubro de 2026 · dificuldade: conta do Dicas Outdoor, abaixo
78,9 km, 5 h 09, desnível e altitude: medidos em traçado próprio (11 de outubro de 2026); municípios pela malha municipal do IBGE
Piso: medido no traçado (OpenStreetMap, 13 de outubro de 2026)
O piso do km 34,6 ao 40,2 vem das fotos da passagem, não do mapa.
O relato de O caminho é da passagem; os trechos de subida, do perfil medido em traçado próprio.
Clima. Leitura do momento em cada ponto, da Open-Meteo, feita quando a página abre; não é previsão.
Vegetação. MapBiomas Coleção 11, ano-base 2025. As porcentagens do título somam floresta e outra cobertura nativa de cada município. É dado do município inteiro, não do corredor: serve de contexto. As barras seguem a ordem do caminho.
Limites da observação. Uma passagem só, a partir do Grajaú. Não foram observados o início da rota pela Av. Miguel Yunes nem a estrada de serviço depois de chuva forte. As condições podem ter mudado.
Uma homenagem que virou caminho
A rota é uma homenagem a Márcia Prado, cicloativista de São Paulo que fazia tudo de bicicleta e participava da Bicicletada. Em janeiro de 2009, ela desceu a serra até o litoral com um grupo de ciclistas; três dias depois, morreu atropelada por um ônibus na Avenida Paulista. Outros cicloativistas deram o nome dela ao trajeto, e a descida seguiu, em passeios com milhares de ciclistas. Em 2018, uma lei estadual instituiu a rota, de São Paulo a Santos.
Hoje é um dia inteiro de pedal com paisagens que mudam: as ruas da zona sul, as balsas da Billings, a descida pela estrada de manutenção, na mata do Parque Estadual da Serra do Mar, e a chegada à orla de Santos. A sinalização é feita por voluntários.
Experiências essenciais
- Atravessar a Represa Billings duas vezes de balsa, no meio de um pedal que sai da cidade.
- Descer a Serra do Mar por uma estrada de serviço, entre a mata e os viadutos da Imigrantes.
- Chegar à orla de Santos no mesmo dia em que saiu da zona sul de São Paulo.
O caminho
A descida da serra foi longa. Na passagem, ela foi do alto do planalto até perto do nível do mar, em Santos, passando por Cubatão, com trechos de subida no meio.
Asfalto onde o mapa marca terra. Na passagem, a estrada de serviço estava asfaltada do km 34,6 ao 40,2.
Parada na cachoeira. Na passagem, houve parada na cachoeira, no alto de uma das subidas.
O mapa
Fonte: traçado próprio (silvioemanuel, Wikiloc), pedalado na passagem.
O perfil em tabela
Reamostrado a cada 25 m e suavizado em ~150 m, o mesmo método do desnível da ficha. Cada município está no km em que o traçado entra nele (malha municipal do IBGE); a altitude da tabela é a do arquivo nesse ponto, sem suavizar, como a da ficha.
| Ponto | km do traçado | Altitude do traçado |
|---|---|---|
| São Paulo | 0,0 | 776 m |
| Ponto mais alto | 1,1 | 821 m |
| Capela de São Sebastião | 7,5 | 772 m |
| São Bernardo do Campo | 13,5 | 752 m |
| Subida na estrada de serviço, até o km 34,5 (+20 m) | 34,1 | – |
| São Vicente | 35,3 | 685 m |
| Subida na estrada de serviço, até o km 39,2 (+12 m) | 39,0 | – |
| Subida na estrada de serviço, até o km 42,5 (+18 m) | 41,9 | – |
| Subida na estrada de serviço, até o km 43,4 (+35 m) | 42,9 | – |
| Cachoeira | 43,4 | 448 m |
| Subida na estrada de serviço, até o km 47,5 (+45 m) | 47,0 | – |
| Cubatão | 48,3 | 258 m |
| Ponto mais baixo | 62,8 | 6 m |
| Santos | 67,9 | 11 m |
- Começa no Grajaú; o site indica o início na Av. Miguel Yunes, a cerca de 5,5 km em linha reta.
- Termina na Praça das Bandeiras; pelo site, o fim é a Praia do José Menino (Canal 1), a cerca de 1,1 km.
- O mapa não promete sinalização.
Os municípios, na ordem do caminho
Antes de ir
- BikeO site da rota indica MTB ou gravel e freios revisados antes de sair.
- NavegaçãoLeve o traçado no GPS ou no celular: as marcas no caminho são de voluntários.
- BalsasSão duas travessias na Billings; conte a espera no tempo do dia.
- VoltaA rota é só de ida: planeje o retorno de Santos antes de sair.
Antes de sair, confira as regras de visitação no site da Fundação Florestal e as condições de passagem na Estrada de Manutenção no site da Ecovias Imigrantes.
Dados, fontes e evidências
Fontes e método Lei Estadual 16.748/2018 (Alesp) · site da rota (2026) · traçado próprio (11 de outubro de 2026) · IBGE · MapBiomas 11 (2025) · OpenStreetMap
Quem publica a rota, e o que cada fonte diz
A rota foi instituída pela Lei Estadual 16.748, de 30 de maio de 2018: São Paulo a Santos, por São Bernardo do Campo e Cubatão, descendo pela Estrada da Manutenção e cruzando o Parque Estadual da Serra do Mar. A lei não traz ponto de partida, de chegada, quilometragem nem órgão gestor.
Quem publica o início, o fim, a extensão e o tempo é o site da rota, mantido por voluntários e sem entidade nomeada: do estacionamento da ciclovia da Marginal Pinheiros, na Av. Miguel Yunes, até a orla de Santos, tradicionalmente a Praia do José Menino. A Prefeitura de São Bernardo do Campo fala em cerca de cem quilômetros, sem dizer de onde a onde.
Duas extensões, e por que as duas aparecem
O site mede a rota desde a Av. Miguel Yunes; o traçado da passagem começa no Grajaú, na Rua Giovanni Bononcini, e termina na Praça das Bandeiras, no Gonzaga, um pouco depois do José Menino. A diferença entre os dois números é de 9,3%, e se explica pelo começo: o traçado não corta nada, só não inclui os primeiros quilômetros da zona sul.
O Wikiloc chama o ponto de partida de “Cidade Dutra”; o endereço do ponto no OpenStreetMap fica no Grajaú, e é o nome que esta página usa.
Como foram medidos desnível, tempo e piso
O desnível não é a soma dos altos e baixos do arquivo cru: o perfil é reamostrado a cada 25 metros e suavizado numa janela de cerca de 150 metros antes de somar. O site da rota fala em mais de mil metros de subida, e um registro de terceiro de 2021 trazia outro valor na ficha do Wikiloc: filtros diferentes dão números diferentes, e ganho por GPS é estimativa.
O tempo em movimento soma os intervalos de até 30 segundos em que o registro andou a mais de 2 km/h. Ele confere o modelo e não decide o nível: a dificuldade sai da conta de bike da casa, com a extensão do site e um dia de pedal. As subidas do perfil são os trechos em que a altitude suavizada sobe pelo menos 8 metros.
O piso cruza cada trecho do traçado com a via mais próxima do OpenStreetMap, a até 15 metros. Ruas sem o tipo de piso marcado ficam numa categoria própria, sem palpite. O site da rota fala em cerca de dezesseis quilômetros de terra; a medição dá menos, e a diferença não foi resolvida.
O GPX publicado é o da passagem, sem as marcas de data e hora de cada ponto: elas foram retiradas do arquivo.
Quem instituiu a rota
Lei estadual, sem órgão gestor nomeado. É a referência oficial do que a rota é; não traz traçado nem quilometragem.
A história da rota
De onde vêm os fatos de “A história”: quem era Márcia Prado, a descida de janeiro de 2009, o nome da rota e os passeios que vieram depois.
O site da rota
Mantido por voluntários, sem entidade nomeada. É de lá que vêm o início, o fim, a extensão, o tempo e a classificação “intermediária”.
O traçado, próprio
Registro da passagem de 11 de outubro de 2026, de bike, publicado no Wikiloc pelo perfil silvioemanuel. É dele que saem desnível, altitude, tempo em movimento, piso e o perfil desta página.
Base cartográfica e dado ambiental
Bases públicas e colaborativas usadas no mapa, nos municípios, no piso e no contexto territorial. Não descrevem a sinalização nem a condição da via.
Leve a rota para o seu painel
No Dicas Outdoor a rota tem cartão próprio, com as quatro marcas, e conta na Sala de Troféus.
Já fez esta rota? Marque no Dicas Outdoor.
Do asfalto da zona sul à areia de Santos, num dia
A serra fica no meio, e é ela que pede o dia inteiro.
Leve de volta todo o lixo que produzir: a descida atravessa o Parque Estadual da Serra do Mar.
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