Caminhante a pé, de costas, com calça e camisa encharcadas e cobertas de lama e capacete com lanterna, subindo a trilha molhada do vale ao lado de um rio raso, com paredão de calcário sombreado à esquerda — imagem gerada por IA, meramente ilustrativa.
PETAR · Núcleo Ouro Grosso — Iporanga (SP)

O núcleo que começa na porta da vila

O Ouro Grosso é o núcleo do PETAR colado no Bairro da Serra: a entrada aparece logo no começo da caminhada desde a vila. O registro da passagem saiu a pé pelo vale do Betari até a Caverna Alambari de Baixo e de volta.

🥾 6,1km ⏱️ ~3h15 Leve 🌳 Mata Atlântica

✓ 6,1 km de ida e volta no traçado registrado, a pé desde a vila

As ilustrações desta página são geradas por IA e são meramente ilustrativas.

Agora

Mata Atlântica

Mais de nove em cada dez hectares de Iporanga (SP) são mata nativa.

  • floresta 92%
  • outra cobertura nativa 1%
  • uso humano 8%
  • valores arredondados

MapBiomas 2025 · município inteiro

Em um minuto

Decisão rápida

🔦 Escuro total na caverna — a luz é a do capacete 🏊 Vá sabendo nadar 💧 Leve o que beber — água não conferida
Extensão
6,1 km
Percurso: Cavernas Alambari, a pé desde o Bairro da Serra
Tempo
~3h15 no registro
Dificuldade
Leve

Traçado próprio

Desnível
Sobe 203 m Desce 198 m
Altitude
de 156 m a 285 m
Formato
Ida e volta pelo vale
Municípios/UF
1 município em SP (Iporanga)

Horas de trilha

  • A pé: Leve, cerca de 2 h 50 de trilha.
  • Faixas: Leve até 3 h, Média 3 a 6 h, Puxada 6 a 10 h, Extrema mais de 10 h.
Fontes e método

Medidos no traçado registrado em 30 de julho de 2025 · dificuldade: régua do Dicas Outdoor

Pela norma ABNT NBR ISO 3021: distância, subida e descida.

O trecho a nado, no alerta do topo, vem da passagem relatada em O caminho. Não é regra publicada do parque.

Clima. Leitura do momento em cada ponto, da Open-Meteo, feita quando a página abre; não é previsão.

Vegetação. MapBiomas Coleção 11, ano-base 2025. O título resume os valores da figura, arredondados. É dado do município inteiro, não do corredor: serve de contexto.

Limites da observação. Ponto de água na trilha e na caverna não foi conferido. As condições podem ter mudado.

Todas as fontes da página e o método

Onde a vila e o parque dividem a mesma rua

O lugar: o núcleo do Bairro da Serra

O Parque Estadual Turístico do Alto Ribeira foi criado em 1958, com quase 36 mil hectares, e guarda a maior concentração de cavernas do país numa única unidade de conservação. Tem cinco núcleos, cada um com roteiros próprios; o Ouro Grosso fica no fundo do vale do Betari, encostado no Bairro da Serra, a vila-base deste lado do PETAR, com pousadas, campings e bares.

Não é preciso pegar estrada: sai-se andando da vila e logo se cruza o portão do parque. O núcleo tem centro de visitantes e um museu cultural. A Alambari de Baixo tem salão amplo e galeria fluvial até a ressurgência no sopé da montanha; a Ouro Grosso, pela Trilha da Figueira, tem entrada baixa e estreita e meio quilômetro fácil que termina numa cachoeira subterrânea.

Ilustração: a galeria fluvial da Caverna Alambari de Baixo em traço de nanquim e aquarela — água rasa e clara refletindo a luz, entre paredes de calcário.
A galeria do rio. Dentro da Alambari de Baixo, o roteiro segue a água entre as paredes de calcário.

Experiências essenciais

  • Entrar na galeria fluvial da Alambari de Baixo, onde o rio corre ativo dentro da rocha e o piso vira água, lama e escuro total.
  • Terminar o roteiro da Caverna Ouro Grosso numa cachoeira subterrânea, no fim da Trilha da Figueira.
  • Ver casa de farinha, monjolo e moenda de cana no museu do núcleo, na área do centro de visitantes.

O caminho

Os percursos do núcleo, um a um
Cavernas Alambari — a pé desde o Bairro da SerraA caminhada registrada: sai da vila, cruza a entrada do núcleo e sobe o vale do Betari até as cavernas Alambari de Cima e Alambari de Baixo — salão de entrada amplo, galeria fóssil fechada à visitação e galeria fluvial acompanhando o rio ativo —, saindo pela ressurgência da Alambari. Ida e volta medidas: é desta entrada a ficha técnica da página.
Ciclorrota Caboclos Rio IporangaOutro percurso, de bicicleta: a ciclorrota oficial sai do núcleo por Mata Atlântica, passa pela entrada das trilhas da Caverna Temimina e da Pedra do Chapéu e termina no Rio Iporanga. A ficha oficial traz de 16 a 17 km e não cita as cavernas Alambari. Sem passagem registrada nem traçado próprio.
✅ No catálogo, sem página própria · 🎯 Marcar no Dicas Outdoor ↗
Por que agora são duas fichasDe 2 a 28 de setembro de 2026 o catálogo tratou a caminhada até as cavernas Alambari e a ciclorrota como um circuito só, numa entrada única de 16 km. Em 28 de setembro de 2026 a fusão foi desfeita: eram dois percursos diferentes — um a pé, até as cavernas, e outro de bicicleta, até o Rio Iporanga —, e cada um voltou a ter a sua entrada.
Registro de mudança, não é percurso
Trilha da Caverna Ouro GrossoAcesso pela Trilha da Figueira: entrada baixa e estreita, depois um salão maior e a galeria do rio, terminando numa cachoeira subterrânea.
Ainda não é entrada própria no catálogo
Museu cultural do núcleoCasa de farinha, monjolo e moenda de cana, na própria área do centro de visitantes — não é trilha, mas é parte da visita.
Não é rota do catálogo
A ficha técnica desta página é do percurso medido: a ida e volta do Bairro da Serra às cavernas Alambari. As demais entradas estão aqui porque quem chega ao Ouro Grosso escolhe entre elas.
Na passagem de 30 de julho de 2025 · a pé, do Bairro da Serra às cavernas Alambari e de volta

As cavernas visitadas. Na passagem, foram três cavernas do núcleo: a Alambari de Cima, a Alambari de Baixo e a Ouro Grosso.

O trecho a nado. Na passagem, houve trecho a nado na galeria com rio.

Carro e sinal. Na passagem, o carro ficou na pousada, na vila, e havia sinal até a Alambari.

Por onde passa

O mapa

Perfil de altitude do traçado do Bairro da Serra às cavernas Alambari e de volta De 192 m na partida, no Bairro da Serra, a 285 m no ponto mais alto, no km 4,2; a mínima, 156 m, fica no km 3,3. Fonte: traçado próprio (silvioemanuel, Wikiloc), registrado em 30 de julho de 2025. Reamostrado a cada 25 m e suavizado em ~150 m, o mesmo método do desnível da ficha. A altitude da tabela é a do arquivo em cada ponto, sem suavizar, como a da ficha. Traçado próprio · Wikiloc 500 m 0 m 285 m

Fonte: traçado próprio (silvioemanuel, Wikiloc), registrado em 30 de julho de 2025.

O perfil em tabela

Reamostrado a cada 25 m e suavizado em ~150 m, o mesmo método do desnível da ficha. A altitude da tabela é a do arquivo em cada ponto, sem suavizar, como a da ficha.

Pontokm do traçadoAltitude do traçado
Bairro da Serra0,0192 m
Ponto mais baixo3,3156 m
Ponto mais alto4,2285 m
Saída da Alambari6,2191 m
  • O registro termina a cerca de 1,1 km do ponto de partida, no outro extremo da vila.
  • Os marcos vivem no mapa, não no GPX, que traz só o traçado.
Os municípios, na ordem do caminho
Ambiente e cuidados

Antes de ir

  • O terrenoTrilha úmida, raiz e pedra molhada; dentro da Alambari de Baixo, galeria fluvial com água, lama e escuro total: leve muda seca.
  • Trechos de mataRaiz e barro escorregadio depois da chuva, sombra e umidade. Leve repelente.
  • Beira de rio e travessiasO pé pode molhar. Saco estanque e atenção à correnteza depois de chuva.
  • Quando irChuva forte e cheia do rio mudam o que está aberto no dia; o inverno, mais seco, tende a ser mais previsível.
  • Em cavernaLeve capacete e iluminação própria. E com chuva e cheia, caverna de rio ativo vira risco no mesmo dia.

Antes de sair, confira as regras de visitação no site da Fundação Florestal.

Para quem quiser conferir

Dados, fontes e evidências

Fontes e método Fonte gestora · legislação · registro de campo · base cartográfica e dado ambiental

Como foram medidos os 6,1 km

Os 6,1km, as altitudes e o tempo saem do GPX do registro da passagem (977 pontos, 30 de julho de 2025), que partiu do Bairro da Serra. A ficha oficial da Trilha da Caverna Alambari de Baixo descreve o roteiro com 4 a 5km e 2h30 a 3h: a diferença é o pedaço andado da vila até a entrada do núcleo e de volta, que a ficha não conta. O catálogo usa o número medido, 6,1km, e registra os dois lado a lado, sem substituir o medido pelo publicado. A Alambari de Cima, também visitada, não tem ficha própria no Guia de Áreas Protegidas.

Como o mapa foi feito

Traçado GPS real com as cavernas do percurso marcados por nome e quilometragem.

Marcos conferidos no OpenStreetMap ao longo do traçado (raio de 300m). Eles vivem no mapa, não no GPX — o arquivo logo abaixo nesta página é só o traçado.

O percurso inteiro fica dentro de Iporanga (SP) — conferido contra a malha municipal do IBGE, com todos os pontos amostrados do registro no mesmo município. Por isso o marco de cada ponto é a caverna ou a entrada do núcleo, não a cidade. O registro termina a cerca de 1,1km do ponto de partida, no outro extremo da vila.

Fonte oficial consultada

O que a fonte oficial NÃO trazia, na consulta de 28 de setembro de 2026, e por isso não se afirma em nenhum sentido: ponto de água potável, lanchonete, camping e qualquer regra de sazonalidade.

Fonte: Guia de Áreas Protegidas do Estado de São Paulo · consultado em 28 de setembro de 2026.

Alcance: informação desta rota. A ficha é a da Trilha da Caverna Alambari de Baixo: não conta a caminhada desde a vila, e a Alambari de Cima não tem ficha própria no Guia.

Foi consulta documental: a fonte foi lida na data acima, sem confirmação no local.

Registro de campo

Feito numa passagem, em 30 de julho de 2025. Não é fonte oficial: é o que foi medido e visto naquele dia.

Base cartográfica e dado ambiental

Bases colaborativas e de sensoriamento remoto usadas no mapa e no contexto territorial. Não descrevem a visitação nem substituem a fonte gestora.

O fio invisível

O rio que sai da rocha não precisa ficar só na memória

Marque a rota como "quero ir" ou "já fui" no Dicas Outdoor. Iporanga entra no seu mapa e conta na Sala de Troféus.

Já fez esta rota? Marque no Dicas Outdoor.

A mata começa no fim da rua

Do Bairro da Serra, sai-se andando e logo se cruza o portão do parque.

Não toque nas formações, fique no trajeto e leve o seu lixo de volta: o que se quebra numa caverna leva milhares de anos para voltar.

🧭 Ver todos os caminhos